ABSONANTE

Na busca de Justiça, já cansado da ignorância e da desonestidade intelectual.

domingo, julho 31, 2005

QUASE UM MÊS

Foi o tempo que estive sem escrever uma linha. Cheio de trabalho. E de calor também, porque a maior parte desse tempo foi passada no Alentejo, onde tive que acabar aulas (que se tinham atrasado) e exames.
Aqui, também tive os exames, essa tortura para quem tem de os corrigir. Acabaram ontem, sábado. E na sexta feira tive o penúltimo. E, horror máximo, estes ainda estão por ver.
Mas vou de férias amanhã. E hoje tinha que deixar, pelo menos, uma notícia: a abertura do site do Rodrigo.

terça-feira, julho 05, 2005

SEM CREDENCIAIS

Parece que o PS quis substituir o Procurador-geral da República, José Souto Moura.

O facto não teria a menor importância se o substituto, apresentado por esse partido, não fosse um não magistrado.

Temos assim um partido, dito de Estado, que é o grande defensor daqueles que não têm credenciais. Apresenta um primeiro ministro que só teoricamente é engenheiro, quer legislar para criar nacionais que não querem ser portugueses, e agora apresenta um procurador que não é magistrado. Defende casamentos entre aqueles que é impossível casarem-se, quer criar progenitores entre os que não podem gerar crianças.

Só "bluffs". Só "bluffs". E trampa cerebral!

domingo, julho 03, 2005

EXCERTOS DE UMA ENTREVISTA

Excertos de uma entrevista feita por "um minúsculo" a um indivíduo que abomino:

Era mais difícil suportar a tortura ou o isolamento?
Nenhuma delas era difícil. O isolamento durava uns meses, o caso Cunhal foi de anos, mas foi um caso único. Aliás, não sei bem quanto tempo foi, porque há uma péssima tendência para exagerar sobre a repressão. Nem sei bem porquê, porque na realidade ela foi bastante má.

E não o irrita o contrário, o branqueamento, dizer-se que não houve tortura?
Claro, a da direita, a quem custa muito reconhecer que houve. Mas eu penso que quando se denuncia a repressão, deve-se ser muito exacto. Ela era suficientemente criminosa. Dando um exemplo absurdo, é o mesmo que dizer que foram mortos, pelos nazis, 10 milhões de judeus. Não é preciso aumentar os números, foram 6 milhões, é a mesma coisa.

(Visão número 643)

À LAIA DE DESCULPA


Muito trabalho, muitas aulas e pilhas de exames que se vão amontoando esperando a sua vez para serem corrigidos, é assim a sina deste Absonante.

Aquilo que é quase dispensável tem ficado para trás.

O último postal, feito à pressa, até um erro de concordância tinha. Só hoje reparei.

As minhas desculpas aos leitores.

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Sítios Que Nos "Linkaram"

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